Uma formiga me detém o passo,
Aonde vais? porque não me ajudas?
Não sei onde vou e nem o que faço,
Por favor meu amigo! Me acudas.
Sem em deter, apresso o passo
Empurrado pela multidão louca.
Sem tempo para deter-me ao abraço,
Quão mais p'ra esta miséria rouca.
O mundo corre, nbão posso deter-me
Não quero, não posso sequer olhar,
Ao pequeno que queira deter-me.
Se eu parar ou se for devagar,
posso da multidão perder-me,
Arriscando-me a pequeno ficar.
Sex 15 Ago 2008 17:26